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Google vs Opera Software

Na útima semana, a Google lançou o seu mais novo mecanismo de busca: o Google Instant. Anunciou que os únicos navegadores suportados seriam Google Chrome 5+, Firefox 3+, Safari 5+ e Internet Explorer 8+. Com isso, o Opera ficou de fora.

Mesmo assim, o Opera conseguiu entrar na brincadeira usando uma gambiarra presente no próprio navegador. Com isso, usuários do Opera também puderam acessar o Google Instant.

Mas o que será que está por trás disso tudo? Por que a Google não incluiu o Opera na lista de navegadores suportados pelo Google Instant?

Um dia depois de lançado o novo mecanismo de busca, a Google se pronunciou sobre o Opera não estar incluso: “Esperamos, em breve, o apoio da Opera Software”. Esse foi o comunicado que a Google apresentou. Nele não está explícito os motivos, mas é possível imaginar que há uma certa briga entre as duas empresas.

Não é de hoje que Google e Opera Software não andam se entendendo. Logo após a Google lançar o vídeo sobre o Google Chrome que mede a velocidade dele com a de uma batata (confira!), a Opera lançou uma sátira que parece ter incomodado a gigante Mountain View. Não que isso tenha resultado na perda de usuários, mas parece que mexeu com o ego da empresa. Confira o vídeo:

Muitos usuários do Opera reclamam que são perseguidos pela Google. Por enquanto, o que se sabe é que essa briga ainda está em qual será o codec padrão do HTML5 (ainda em construção). De um lado está Opera Software e Mozilla que defendem o uso do Ogg Theora. Do outro está Google, Apple e, mais recentemente, a Microsoft que defendem o H.264.

Com a chegada da Microsoft nessa briga mais o lançamento do novo Internet Explorer 9, é quase certo que o codec H.264 será escolhido como padrão para o HTML5. A crescente do Google Chrome e a quantidade ainda grande de usuários do IE favorecerão para a sua consolidação.

No final da história, não vai restar escolha para a Opera a não ser aceitar os termos de seu maior rival.